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Diagnóstico, subtipo, estadiamento e resposta ao tratamento

Linfoma: diagnóstico, subtipo e momento da doença

Linfoma é o nome dado a um grupo amplo de doenças malignas que se desenvolvem a partir dos linfócitos, células que participam do sistema de defesa do organismo.

Existem diferentes tipos e subtipos de linfoma. Alguns apresentam evolução mais lenta. Outros crescem rapidamente e exigem tratamento em um intervalo menor.

A definição do subtipo depende principalmente da análise do tecido obtido por biópsia. O estadiamento, os sintomas, os exames laboratoriais, as imagens e a condição clínica ajudam a compreender a extensão da doença e a planejar o acompanhamento.

Prof. Dr. Eduardo Magalhães Rego Médico especialista em Hematologia e Hemoterapia
CRM-SP 63577 | RQE 57865

Presidente da ABHH Professor Titular de Hematologia da Faculdade de Medicina da USP Coordenador da Hematologia da Rede D’Or na América Latina
Atendimento presencial no Itaim Bibi, São Paulo
Telemedicina para outras cidades, estados e países
Atendimento de pacientes adultos
Prof. Dr. Eduardo Rego, médico especialista em Hematologia e Hemoterapia
Avaliação de suspeita ou diagnóstico de linfoma, biópsia, subtipo, estadiamento, resposta, recaída ou refratariedade.
O que é linfoma

Uma doença dos linfócitos que pode surgir em diferentes partes do organismo

Os linfócitos são células do sistema imunológico encontradas no sangue, na medula óssea, nos linfonodos, no baço e em diferentes tecidos do organismo.

No linfoma, uma população de linfócitos passa a se multiplicar de forma anormal.

A doença pode aparecer:

  • nos linfonodos
  • no baço
  • na medula óssea
  • no tórax
  • no abdômen
  • no trato gastrointestinal
  • na pele
  • em outros tecidos e órgãos

Linfonodos são estruturas que fazem parte do sistema linfático. Popularmente, também são chamados de gânglios.

Todo linfoma é igual?

Não.

A palavra linfoma reúne dezenas de doenças diferentes. Para compreender um caso, é necessário identificar:

  • se é linfoma de Hodgkin ou não Hodgkin
  • qual célula deu origem à doença
  • qual é o subtipo
  • se o comportamento é mais lento ou mais rápido
  • onde a doença está localizada
  • quais sintomas estão presentes
  • quais características biológicas foram encontradas
  • como a doença respondeu ao tratamento, quando já houve tratamento

Os linfomas constituem um grupo heterogêneo de doenças, com comportamentos e respostas diferentes. A classificação atual integra características histopatológicas, imunofenotípicas e moleculares.

Principais grupos

Linfoma de Hodgkin e linfomas não Hodgkin

Linfoma de Hodgkin

O linfoma de Hodgkin é definido por características próprias identificadas na biópsia.

O grupo inclui o linfoma de Hodgkin clássico e outras categorias menos frequentes.

A análise do tecido considera a presença de células características, sua distribuição e os marcadores encontrados na imunofenotipagem ou imunohistoquímica.

Linfomas não Hodgkin

Os linfomas não Hodgkin formam um grupo numeroso e diverso.

Eles podem se originar principalmente de:

  • linfócitos B
  • linfócitos T
  • células NK

Entre os linfomas não Hodgkin existem subtipos com comportamentos, exames, tratamentos e formas de acompanhamento diferentes.

Linfoma indolente

A expressão linfoma indolente é utilizada para alguns subtipos que geralmente apresentam crescimento mais lento.

Em determinadas situações, especialmente quando não há sintomas ou ameaça a órgãos, pode ser considerada uma estratégia de acompanhamento antes do início do tratamento.

Isso não significa que a doença deva ser ignorada. O acompanhamento precisa considerar sintomas, volume da doença, exames e evolução.

Linfoma agressivo

Os linfomas classificados como agressivos possuem crescimento mais rápido e geralmente exigem definição diagnóstica e tratamento em menor intervalo.

O comportamento mais rápido não determina sozinho o resultado. Subtipo, estágio, condição clínica e resposta ao tratamento também influenciam a avaliação.

Indolente pode se transformar em agressivo?

Alguns subtipos indolentes podem apresentar transformação para um comportamento mais agressivo.

Quando há mudança rápida no crescimento, novos sintomas ou evolução diferente do esperado, pode ser necessário repetir exames e considerar nova biópsia.

O NCI diferencia os linfomas não Hodgkin em grupos indolentes e agressivos e reforça que as estratégias de tratamento variam conforme o comportamento e o subtipo.

Sinais e sintomas

Um linfonodo aumentado possui várias causas possíveis

Linfonodos podem aumentar durante infecções, inflamações, reações imunológicas e outras situações benignas. A presença de um caroço no pescoço, na axila ou na virilha não confirma linfoma.

Quando o linfonodo pode precisar de investigação

A avaliação médica pode ser considerada quando o linfonodo:

  • permanece aumentado
  • cresce progressivamente
  • surge sem uma causa clara
  • reaparece após períodos de redução
  • aparece em mais de uma região
  • está associado a sintomas persistentes
  • apresenta características que exigem investigação no exame clínico ou de imagem

Sintomas que podem ocorrer no linfoma

Entre as manifestações possíveis estão:

  • linfonodo aumentado, frequentemente sem dor
  • febre sem causa esclarecida
  • suor noturno intenso
  • perda de peso sem intenção
  • cansaço persistente
  • coceira
  • desconforto ou aumento do volume abdominal
  • tosse ou falta de ar, dependendo da localização
  • alterações no hemograma
  • sintomas relacionados ao órgão ou tecido envolvido

Febre, suor noturno intenso e perda de peso sem explicação podem ser chamados de sintomas B em determinados contextos de linfoma.

Esses sintomas também aparecem em outras doenças e não confirmam o diagnóstico isoladamente.

O hemograma diagnostica linfoma?

Não.

O hemograma pode mostrar anemia, alterações dos leucócitos, plaquetas reduzidas ou outros achados, mas também pode estar normal.

O diagnóstico do linfoma normalmente depende da avaliação do tecido obtido por biópsia.

Quando procurar atendimento imediato

Pacientes com suspeita ou diagnóstico de linfoma que apresentem falta de ar importante, alteração de consciência, piora rápida, febre persistente associada a comprometimento do estado geral ou outra situação de risco devem procurar o serviço hospitalar responsável ou atendimento de urgência.

O WhatsApp do consultório não funciona como canal de emergência.

Diagnóstico

A biópsia é uma etapa central para confirmar e classificar o linfoma

Exames de imagem podem mostrar linfonodos ou tecidos alterados, mas não costumam determinar sozinhos o subtipo da doença. Para confirmar um linfoma, geralmente é necessário obter uma amostra do tecido afetado.

Biópsia do linfonodo ou de outro tecido

Dependendo da localização e das condições do paciente, podem ser realizados diferentes tipos de biópsia:

  • retirada completa de um linfonodo
  • retirada de parte do linfonodo
  • biópsia com agulha de maior calibre
  • biópsia de outro órgão ou tecido afetado

O tipo de procedimento depende da localização, do tamanho, da segurança e da quantidade de material necessária.

Em alguns casos, uma amostra pequena pode não preservar informações suficientes sobre a organização do tecido. Nessa situação, pode ser necessário obter material adicional.

Anatomia patológica

O patologista avalia:

  • aparência das células
  • organização do tecido
  • padrão de crescimento
  • relação das células alteradas com as demais estruturas
  • características que ajudam a definir o diagnóstico

Imunohistoquímica e imunofenotipagem

Esses exames procuram marcadores nas células e ajudam a identificar:

  • origem celular
  • linhagem B, T ou NK
  • características do subtipo
  • diferenças entre doenças que podem parecer semelhantes ao microscópio

Citogenética, FISH e exames moleculares

Conforme a suspeita e o subtipo, podem ser analisadas alterações cromossômicas, rearranjos de genes e outras características moleculares.

Essas informações podem contribuir para:

  • confirmar o subtipo
  • diferenciar diagnósticos
  • complementar a avaliação de risco
  • orientar a discussão clínica

Exames laboratoriais

Hemograma, função dos órgãos, LDH e outros exames podem ajudar a compreender a condição do paciente, mas não substituem a biópsia.

Exames de imagem

Tomografia, PET-CT e outros exames podem ser utilizados para localizar áreas envolvidas, determinar a extensão da doença e acompanhar a resposta, conforme o subtipo.

O NCI descreve a biópsia do linfonodo, a imunohistoquímica, a imunofenotipagem, a citogenética e o FISH entre as etapas que podem ser utilizadas para confirmar e classificar linfomas.

Revisão da biópsia

Por que o subtipo identificado na biópsia influencia o tratamento?

Linfomas que surgem em regiões semelhantes podem representar doenças biologicamente diferentes. O laudo precisa integrar a aparência das células, a arquitetura do tecido, a imunohistoquímica e, quando indicados, exames genéticos ou moleculares.

Uma revisão diagnóstica pode ser considerada quando:

  • o laudo é inconclusivo
  • o material foi insuficiente
  • existem diferenças entre avaliações
  • o subtipo ainda não está definido
  • o comportamento da doença não corresponde ao esperado

Também pode ser considerada quando:

  • há dúvida entre linfoma e outra condição
  • exames complementares modificaram a interpretação
  • a doença reapareceu com características diferentes
  • existe suspeita de transformação

A revisão pode confirmar o laudo inicial, complementar a classificação ou indicar a necessidade de uma nova amostra.

Ela não pressupõe que o primeiro patologista ou a equipe assistente tenham cometido um erro.

A consulta inclui automaticamente a leitura direta das lâminas?

Não.

A consulta pode avaliar laudos, relatórios e resultados disponíveis.

Quando houver indicação de revisão direta de lâminas, blocos de parafina ou outro material, a equipe poderá orientar o processo adequado, que envolve o serviço de anatomia patológica e os profissionais responsáveis.

Estadiamento

O estadiamento descreve onde a doença está localizada

Depois da confirmação do diagnóstico, podem ser realizados exames para compreender a extensão da doença. Os estágios costumam ser numerados de I a IV, considerando a localização dos linfonodos e o envolvimento de outros tecidos ou órgãos.

A avaliação pode incluir:

  • exame clínico
  • tomografia
  • PET-CT, conforme o subtipo
  • exames laboratoriais
  • avaliação do baço
  • avaliação da medula óssea em situações específicas
  • presença de sintomas
  • volume da doença

Estágio IV significa doença terminal?

Não é possível chegar a essa conclusão somente pelo número do estágio.

Nos linfomas, o significado do estágio depende do subtipo, do comportamento biológico, da idade, da condição clínica e da resposta ao tratamento.

Alguns linfomas podem apresentar envolvimento de diferentes regiões e ainda assim possuir possibilidades de controle prolongado ou tratamento com intenção curativa, conforme o diagnóstico.

O estágio define sozinho o tratamento?

Não.

A decisão pode considerar:

  • subtipo
  • características biológicas
  • estágio
  • sintomas
  • volume da doença
  • exames laboratoriais
  • condição clínica
  • funcionamento dos órgãos
  • idade
  • tratamentos anteriores
  • objetivo da estratégia
  • resposta ao tratamento

O NCI utiliza estágios de I a IV para linfomas de Hodgkin e não Hodgkin, mas também considera subtipo, sintomas, marcadores, condição clínica e resposta na definição do prognóstico e das opções terapêuticas.

Tratamento

Linfomas diferentes exigem estratégias diferentes

Não existe um tratamento único para todos os linfomas.

A definição da estratégia pode considerar:

  • linfoma de Hodgkin ou não Hodgkin
  • subtipo
  • origem em células B, T ou NK
  • comportamento indolente ou agressivo
  • estágio
  • sintomas
  • localização
  • volume da doença

Também pode considerar:

  • características moleculares
  • idade
  • capacidade funcional
  • funcionamento dos órgãos
  • outras doenças
  • tratamentos anteriores
  • preferências e condições individuais

Dependendo do caso, a condução pode envolver:

  • acompanhamento clínico e por exames
  • tratamento sistêmico
  • radioterapia
  • combinações de estratégias
  • medidas de suporte
  • reavaliações periódicas

Em alguns linfomas indolentes e sem critérios imediatos de tratamento, o acompanhamento ativo pode ser considerado.

Em linfomas agressivos, a definição do subtipo e o início da estratégia costumam precisar ocorrer em menor intervalo.

Esta página não apresenta protocolos, medicamentos ou doses porque a indicação depende do diagnóstico completo e da avaliação individual.

Resposta ao tratamento

Resposta, remissão e acompanhamento dependem do subtipo

A resposta pode ser avaliada por meio de:

  • sintomas
  • exame clínico
  • tamanho dos linfonodos
  • exames laboratoriais
  • tomografia

Conforme o subtipo, também podem ser considerados:

  • PET-CT, em subtipos nos quais o exame é aplicável
  • comparação com imagens anteriores
  • análise de tecidos ou medula em situações específicas
  • evolução após o tratamento

O que significa remissão?

Remissão significa que a doença respondeu de acordo com critérios clínicos e de exames.

A resposta pode ser classificada de formas diferentes, como completa, parcial, estável ou progressiva, conforme o subtipo e os critérios utilizados.

PET-CT positivo significa que o linfoma continua ativo?

Não é possível interpretar o resultado isoladamente.

Inflamações, infecções e outros processos também podem produzir captação no exame.

O significado depende da localização, da intensidade, do momento em relação ao tratamento, do subtipo e da comparação com exames anteriores.

Todo paciente precisa de PET-CT?

Não.

A indicação depende do tipo de linfoma, da etapa da avaliação e das características do caso.

No linfoma de Hodgkin, o PET-CT pode ser utilizado no estadiamento, no planejamento e na avaliação de resposta. Em outros linfomas, sua utilidade varia conforme o subtipo.

Recaída e refratariedade

Quando a doença retorna ou não responde como esperado

Linfoma recidivado é aquele que reaparece depois de um período de resposta. Linfoma refratário descreve situações em que a resposta esperada não foi alcançada ou em que a doença continuou progredindo durante ou pouco depois da estratégia utilizada.

A avaliação pode considerar:

  • confirmação do subtipo
  • revisão da biópsia inicial
  • necessidade de nova biópsia
  • possibilidade de transformação
  • estadiamento atual
  • tratamentos realizados
  • intensidade e duração da resposta

Também pode considerar:

  • intervalo até a recaída
  • exames de imagem
  • sintomas
  • condição clínica atual
  • funcionamento dos órgãos
  • complicações
  • características que surgiram ao longo da evolução

Uma segunda opinião pode ajudar a reconstruir a sequência do caso, revisar a interpretação da resposta e organizar as perguntas que precisam orientar a próxima discussão.

A avaliação não pressupõe que a estratégia anterior estava incorreta e não garante mudança de tratamento.

Como funciona a consulta

Organização do diagnóstico, dos exames e do momento atual da doença

A consulta pode ser procurada por pacientes que:

  • estão investigando uma suspeita de linfoma
  • receberam recentemente o diagnóstico
  • possuem dúvidas sobre o subtipo
  • receberam um laudo inconclusivo
  • precisam compreender o estadiamento

Também pode ser procurada por pacientes que:

  • querem revisar a proposta de tratamento
  • precisam interpretar a resposta
  • apresentam recaída ou refratariedade
  • procuram segunda opinião ou revisão diagnóstica

Organização prévia dos documentos

Conforme a situação, a equipe poderá orientar o envio de:

  • relatório médico atualizado
  • laudo da biópsia
  • laudo de imunohistoquímica
  • exames moleculares ou citogenéticos
  • tomografias
  • PET-CT
  • exames laboratoriais
  • registros de tratamento
  • exames de avaliação da resposta
  • documentação de recaída ou refratariedade

Nem todos os documentos são necessários para todos os casos.

A equipe deve orientar previamente o que precisa ser organizado e qual canal deve ser utilizado.

Atendimento presencial

A consulta presencial é realizada no Complexo OncoStar, no Itaim Bibi, em São Paulo.

Atendimento por telemedicina

A telemedicina pode ser utilizada quando os documentos disponíveis e o objetivo da consulta tornam essa modalidade adequada.

Ela não substitui biópsias, exames presenciais, procedimentos, tratamento hospitalar ou atendimento de urgência quando essas etapas são necessárias.

Experiência clínica, acadêmica e institucional

Prof. Dr. Eduardo Magalhães Rego

O Prof. Dr. Eduardo Magalhães Rego é médico especialista em Hematologia e Hemoterapia e Professor Titular de Hematologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo.

Preside a Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular, ABHH, na gestão 2026–2027.

Coordena a Hematologia da Rede D’Or na América Latina e o Serviço de Leucemias Agudas do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo. Também atua como pesquisador do Instituto D’Or de Pesquisa e Ensino.

Sua atuação inclui Hematologia Geral e Oncologia Hematológica, com avaliação de doenças malignas do sangue, da medula óssea e do sistema linfático.

A Rede D’Or registra seu RQE em Hematologia e Hemoterapia e descreve sua atuação em Hematologia Geral e Oncologia Hematológica. O ICESP confirma sua atuação em neoplasias hematológicas, e a ABHH o apresenta como presidente da gestão 2026–2027.

Informações sobre o atendimento

Consulta, localização e organização prévia

Sobre a consulta

A consulta em consultório é particular.

Após o atendimento, são fornecidos nota fiscal e os documentos relacionados à consulta para que o paciente possa verificar diretamente com seu plano de saúde as condições previstas para solicitação de reembolso.

Atendimento presencial Complexo OncoStar
Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 180
Itaim Bibi, São Paulo, SP
CEP 04543-000

Contato do consultório

WhatsApp(11) 99934-0735
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Atendimento presencialComplexo OncoStar, Itaim Bibi, São Paulo
Atendimento por telemedicinaDisponível para pacientes de outras cidades, estados e países quando essa modalidade for adequada ao objetivo da avaliação.

O endereço, o CRM, o RQE e a atuação em Oncologia Hematológica constam no perfil público da Rede D’Or.

Perguntas frequentes

Dúvidas sobre linfoma

Linfoma é um grupo de doenças malignas que se desenvolvem a partir dos linfócitos, células do sistema imunológico.

A doença pode envolver linfonodos, baço, medula óssea e diferentes tecidos ou órgãos.

São grupos diferentes, definidos pelas características das células e do tecido analisado na biópsia.

Os linfomas não Hodgkin incluem diversos subtipos de origem B, T ou NK.

Não.

Linfonodos podem aumentar por infecções, inflamações e outras condições benignas.

A persistência, o crescimento, os sintomas e as características observadas na avaliação médica ajudam a definir a necessidade de investigação.

O hemograma pode apresentar alterações, mas também pode estar normal.

Ele não confirma nem exclui linfoma isoladamente.

O diagnóstico geralmente depende da biópsia de um linfonodo ou de outro tecido afetado, analisada por anatomia patológica e exames complementares.

Depende do tipo de amostra e da quantidade de tecido obtida.

Em alguns casos, uma amostra por agulha pode ser suficiente. Em outros, pode ser necessário retirar uma porção maior ou o linfonodo completo para preservar a arquitetura do tecido.

Ela procura marcadores nas células e ajuda a identificar a origem e o subtipo do linfoma.

Sim, especialmente quando o laudo é inconclusivo, o material é insuficiente, existem divergências ou o comportamento da doença não corresponde ao diagnóstico inicial.

É uma denominação usada para determinados subtipos que geralmente crescem mais lentamente.

Alguns podem ser acompanhados por determinado período antes do início do tratamento.

É um linfoma de crescimento mais rápido, que geralmente exige definição diagnóstica e tratamento em menor intervalo.

Não é possível concluir isso apenas pelo estágio.

O subtipo, a biologia, a condição clínica e a resposta ao tratamento possuem grande importância.

Não.

A necessidade e o momento dependem do subtipo, dos sintomas, do volume da doença, da localização e da condição clínica.

Significa que a doença reapareceu depois de um período de resposta.

Significa que a resposta esperada não foi alcançada ou que a doença continuou progredindo durante a estratégia utilizada.

Quando existem dúvidas sobre o diagnóstico, o subtipo, a biópsia, o estadiamento, a proposta de tratamento, a resposta, a recaída ou a refratariedade.

Sim, quando os documentos disponíveis e o objetivo da avaliação permitem esse formato.

Não.

A equipe deve orientar previamente quais laudos ou documentos digitais são necessários e qual é o processo adequado quando houver necessidade de revisão do material físico.

Não.

Situações urgentes ou de risco devem ser avaliadas imediatamente pelo serviço hospitalar responsável ou por atendimento de urgência.

Informações sobre a consulta

Precisa investigar uma suspeita de linfoma, compreender a biópsia ou reavaliar o momento atual da doença?

A equipe poderá orientar sobre os documentos necessários, a modalidade de atendimento e a disponibilidade de agenda para consulta presencial em São Paulo ou por telemedicina.

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