Avaliação de casos em que existem dúvidas sobre o diagnóstico, o subtipo da doença, a classificação de risco, a resposta ao tratamento ou os próximos passos.
A consulta pode envolver doenças benignas e malignas do sangue. Nos casos de oncologia hematológica, também chamada de onco-hematologia, a análise pode incluir leucemias, linfomas, mieloma múltiplo, síndrome mielodisplásica e outras doenças da medula óssea.
A segunda opinião pode complementar o acompanhamento já existente e contribuir para organizar exames, laudos, histórico clínico e informações que chegaram de forma fragmentada.
Prof. Dr. Eduardo Magalhães Rego Médico especialista em Hematologia e Hemoterapia · CRM-SP 63577 · RQE 57865
Presidente da ABHH Professor Titular de Hematologia da Faculdade de Medicina da USP Coordenador da Hematologia da Rede D'Or na América Latina
Qual é o objetivo da avaliação? Segunda opinião e revisão diagnóstica podem fazer parte da mesma consulta, mas respondem a situações diferentes.
Na segunda opinião, geralmente já existe um diagnóstico, uma classificação ou uma proposta de tratamento. O paciente ou a família deseja compreender melhor questões como:
Na revisão diagnóstica, ainda existem dúvidas sobre o próprio diagnóstico ou sobre a forma como ele foi classificado. Ela pode ser considerada quando:
Um mesmo caso pode envolver as duas necessidades. Um paciente pode procurar uma segunda opinião sobre o tratamento e, durante a avaliação, perceber que a classificação diagnóstica também precisa ser revisada. Da mesma forma, uma revisão diagnóstica pode confirmar o diagnóstico existente e permitir que a consulta se concentre nas decisões seguintes.
Situações em que a segunda opinião pode ajudar a organizar o caso.
Após receber um diagnóstico hematológico, é comum surgirem dúvidas sobre o nome da doença, o subtipo, a classificação de risco, os exames realizados e as possibilidades de tratamento. Uma segunda avaliação pode ajudar o paciente e a família a compreender melhor essas informações.
Alguns laudos descrevem alterações sem chegar a uma conclusão definitiva. Em outros casos, o resultado precisa ser interpretado junto a exames complementares. A revisão pode ajudar a identificar quais informações já estão definidas e quais ainda precisam ser esclarecidas.
Diferenças entre avaliações médicas não significam necessariamente que houve erro. Alguns casos são complexos, evoluem ao longo do tempo ou dependem de exames que ainda não estavam disponíveis na primeira análise. A consulta pode organizar as divergências e identificar quais dados sustentam cada interpretação.
Nas doenças hematológicas, o nome amplo da doença pode ser insuficiente para orientar decisões. Subtipo, alterações cromossômicas, mutações, resposta ao tratamento e condição clínica podem modificar a classificação e as possibilidades de condução.
Quando a doença não responde como previsto, é possível que seja necessário revisar o diagnóstico, a classificação, os exames de acompanhamento, a resposta obtida, os tratamentos já realizados e o momento atual da doença.
A recaída ocorre quando a doença volta após um período de resposta. A refratariedade descreve situações em que a resposta esperada não foi alcançada. Esses cenários podem exigir uma nova leitura do caso e dos exames disponíveis.
A consulta também pode ser procurada quando o paciente ou a família recebeu muitas informações, mas ainda não compreendeu como elas se conectam ou quais perguntas precisam ser levadas à equipe responsável.
A avaliação considera o conjunto das informações disponíveis. Uma decisão hematológica raramente depende de um único resultado. Exames e laudos precisam ser interpretados dentro do histórico clínico, da evolução da doença e dos tratamentos já realizados.
Conforme o caso, a avaliação pode considerar:
Nem todos os casos exigem todos esses documentos. A equipe poderá orientar quais informações devem ser organizadas antes da consulta e qual é o canal adequado para o envio.
A consulta pode incluir a análise dos laudos de biópsia e dos demais exames do caso.
Quando houver necessidade de revisão direta de lâminas, blocos ou outro material diagnóstico, o processo dependerá do tipo de exame, da disponibilidade do material e da participação dos profissionais responsáveis pela análise anatomopatológica.
A revisão direta de lâminas não é procedimento automático em toda consulta. Depende do caso e do material disponível.
Organização do caso, identificação das dúvidas e discussão das informações.
A consulta começa pela identificação da principal dúvida.
Pode ser uma dúvida sobre diagnóstico, classificação, tratamento, resposta, recaída, refratariedade ou necessidade de complementar a investigação.
As informações são colocadas em sequência para compreender:
A avaliação pode mostrar que determinadas conclusões estão bem sustentadas ou que ainda faltam elementos para interpretar o caso.
Quando necessário, podem ser discutidos exames adicionais, revisão de laudos ou avaliação complementar por outros profissionais.
Com as informações disponíveis, a consulta busca esclarecer:
A consulta não garante mudança de diagnóstico ou tratamento. O objetivo é produzir uma leitura fundamentada das informações disponíveis.
A segunda opinião pode ser realizada mesmo quando o paciente mora fora de São Paulo.
A consulta presencial é realizada no Complexo OncoStar, no Itaim Bibi, em São Paulo.
Avenida Presidente Juscelino Kubitschek, 180A telemedicina permite a avaliação de pacientes que residem em outras cidades, estados ou países, quando os documentos disponíveis e o objetivo da consulta tornam esse formato adequado.
Ela pode ser especialmente útil para:
A telemedicina não substitui exames físicos, procedimentos, internação ou atendimento presencial quando essas etapas são necessárias. Situações de urgência ou risco imediato devem ser avaliadas presencialmente no serviço de saúde adequado.
Segunda opinião em doenças hematológicas. A possibilidade de avaliação depende do diagnóstico, da complexidade do caso e do objetivo da consulta.
Análise de diagnóstico, subtipo, classificação de risco, alterações moleculares, resposta, doença residual mensurável, recaída e refratariedade.
CONHECER A PÁGINA DE LEUCEMIAS AGUDASCasos que envolvem diagnóstico recente, mutações, classificação molecular, resposta insuficiente, recaída ou dúvida sobre tratamento possuem uma página específica.
SEGUNDA OPINIÃO EM LEUCEMIA MIELOIDE AGUDAAvaliação de citopenias persistentes, mielograma, biópsia de medula, classificação de risco, alterações citogenéticas e moleculares e evolução da doença.
SAIBA MAIS SOBRE SÍNDROME MIELODISPLÁSICAAvaliação do diagnóstico, subtipo, biópsia, estadiamento, resposta ao tratamento, recaída ou refratariedade.
SAIBA MAIS SOBRE LINFOMASAvaliação de pico monoclonal, gamopatia monoclonal, diagnóstico de mieloma, classificação, resposta ao tratamento e necessidade de reavaliação.
A equipe poderá solicitar informações iniciais para verificar se o caso é compatível com a atuação do Prof. Dr. Eduardo Rego e com o objetivo da consulta.
O Prof. Dr. Eduardo Magalhães Rego é médico especialista em Hematologia e Hemoterapia, Professor Titular de Hematologia da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo e presidente da Associação Brasileira de Hematologia, Hemoterapia e Terapia Celular, ABHH, na gestão 2026–2027.
Coordena o Serviço de Leucemias Agudas do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo (ICESP) e a Hematologia da Rede D'Or na América Latina. Também atua como pesquisador do Instituto D'Or de Pesquisa e Ensino (IDOR).
Sua trajetória clínica e científica concentra-se especialmente em leucemias agudas, leucemia mieloide aguda, leucemia promielocítica aguda, classificação molecular, resposta ao tratamento e doença residual mensurável.
Essa atuação está relacionada à avaliação de casos em que diagnóstico, subtipo, risco, resposta e evolução precisam ser analisados de forma integrada, exatamente o cenário típico da segunda opinião.
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A consulta em consultório é particular.
Após o atendimento, são fornecidos nota fiscal e os documentos relacionados à consulta para que o paciente possa verificar diretamente com seu plano de saúde as condições previstas para solicitação de reembolso.
Quando houver indicação de exames, infusões, procedimentos ou internação, a possibilidade de utilização do convênio dependerá da cobertura contratada, da instituição responsável e das condições aplicáveis ao caso.
Respostas rápidas para as perguntas mais frequentes.
A equipe poderá orientar sobre documentos, modalidade de atendimento e disponibilidade de agenda para consulta presencial em São Paulo, no Itaim Bibi, ou por telemedicina.
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